Por ser um procedimento não invasivo e rápido, a vaporização da próstata tem sido bastante procurada entre os paciente portadores de Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP). Segundo dados recentes de pacientes que fizeram o procedimento nos EUA e no Brasil, menos de 5% deles apresentaram novamente os sintomas após o procedimento.
No entanto, não existe apenas um método válido para a vaporização da próstata e por isso, no post de hoje, vamos trazer alguns dos principais métodos mais utilizados e as suas principais vantagens e desvantagens para que, ao final, você consiga decidir qual é o mais adequado para você.
Plasma Button Vaporização da Próstata
Também conhecida por “eletrovaporização”, a vaporização da próstata com plasma também é um procedimento minimamente invasivo que consiste em remover o tecido prostático de forma suave através da energia por plasma sob baixa temperatura. Ele é feito pela inserção de uma cânula pela uretra do paciente com um pequeno eletrodo em forma de botão (daí vem o nome button, que é botão em inglês) conduzindo-a até a próstata.
A técnica gera um impulso elétrico inicial, criando um campo de plasma de maneira constante, o que faz com que seja vaporizado apenas uma pequena camada de células não afetando os tecidos no entorno.
Sendo assim, essa técnica apresenta vantagens claras como:
- Sangramento reduzido;
- Segurança;
- Menor tempo de recuperação e incomodo pós-operatório;
- Menor tempo de operação;
- Menor tempo de cateterismo e internação.
Terapias a laser
Esses tipos de técnica pretendem remover o excesso de tecido da próstata com o uso de lasers de alta potência. Nesse sentido, a principal terapia a laser existente no mercado hoje é a vaporização foto seletiva da próstata (PVP).
A PVP é feita pela inserção de laser pela uretra, vaporizando o tecido prostático com mais precisão de maneira instantânea e com um perfil de segurança maior. Um dos lasers utilizado no PVP é o laser Greenlight, que já abordamos anteriormente aqui no blog.
As principais vantagens da vaporização foto seletiva da próstata (PVP) são:
- Menor tempo de sondagem e internação pós-operatório;
- Menor incidência de complicações no intra e pós-operatório;
- Ausência de sangramento;
- Utilização de cistocópio mais fino, ocasionando um menor trauma a uretra.
De maneira geral, independente de qualquer um dos procedimentos escolhidos, fica claro que todos são minimamente invasivos, realizados pelo canal da uretra e são muito seguros. Além disso, esses procedimentos apresentados podem evitar o dano progressivo a uretra, especialmente a bexiga, trazendo alívio e melhor qualidade de vida aos pacientes.
No entanto, alertamos que para fazer uma escolha adequada ao seu caso, é importante procurar um especialista, tirar as suas dúvidas e avaliar o seu caso. Por isso, conheça o nosso corpo médico e agenda agora mesmo a sua consulta.